Todo dia sai gente satisfeita da sua porta sem deixar registro nenhum. O cartão fica no balcão: o cliente encosta o celular e avalia no Google em 5 segundos.
Sem app. Sem cadastro. A partir de R$ 29/mês, com o material emprestado junto.
O cartão vai com a marca do seu negócio, não com a nossa, no tamanho de um cartão de crédito. Quem está no balcão reconhece a casa.
A régua tem 100. Pegue o número de avaliações que você recebeu no mês passado e divida pelos clientes que atendeu — é essa a primeira régua. A segunda é o que acontece quando avaliar deixa de dar trabalho.
Avaliar dá trabalho: abrir o app, procurar o nome certo, digitar. Quem gostou vai embora satisfeito e calado.
Cinco segundos, sem app e sem cadastro. Não é promessa nossa: é a conta que você confere no seu perfil depois do primeiro mês.
é o suficiente pra o seu perfil parar de parecer parado.
de gente que já era satisfeita — só faltava o caminho curto.
são o que o mapa do Google olha quando alguém busca perto de você.
Vai direto pro Google. Avaliação pública, no ar em segundos.
Sem pedir favor, sem constranger ninguém no caixa.
Cai no seu WhatsApp, privado, com o que aconteceu.
Um problema resolvido no mesmo dia raramente vira nota de uma estrela.
Ninguém é impedido de avaliar: quem quiser publicar publica. O que muda é a ordem — você fica sabendo primeiro.
Existe um truque comum nesse mercado: mandar quem deu nota alta pro Google e desviar quem deu nota baixa pra um formulário interno. O Google chama isso de violação de política, com essas palavras:
“Não permitimos que comerciantes desencorajem ou proíbam avaliações negativas, ou solicitem avaliações positivas de forma seletiva.”Política de conteúdo do Google — support.google.com/contributionpolicy/answer/7400114
Quem faz isso arrisca o perfil do comerciante, não o da empresa que vendeu o cartão. Por isso os dois caminhos aparecem para todo mundo, com qualquer nota: a nota decide qual tela aparece, nunca o direito de publicar.
O cliente aproxima o celular do cartão. Abre sozinho, sem baixar nada.
Uma pergunta: como foi hoje? É o único toque que ele precisa dar.
Elogio no Google, reclamação no seu WhatsApp. Seu time não faz nada.
Não é painel de métrica pra ficar olhando. É caixa de entrada: abre, vê quem está esperando resposta, responde, fecha. Na maioria dos dias não tem nada — e essa é a tela que você quer ver.
Feito para uma mão só, entre um atendimento e outro. Também abre no computador.
Balcão, mesa 12, vitrine. Você vê de onde veio a reclamação — e num salão, de qual cadeira.
“Encaminhados ao Google” são as pessoas que abriram seu perfil. Quantas publicaram, o Google não informa a ninguém — e a gente não vai fingir que informa.
Elas tiveram um problema e falaram com você em vez de ir ao Google.
Esperei 25 minutos e o pedido veio errado. Ninguém pediu desculpa.
Responder no WhatsApp →O atendente foi grosso comigo na hora de pagar.
Responder no WhatsApp →As de 4 e 5 estrelas seguiram para o Google. As de 1 a 3 chegaram aqui — e o caminho do Google continuou aberto para elas.
O Caixa puxa a média para baixo. É onde as duas reclamações da semana nasceram — e é o único lugar onde dá pra agir sabendo disso.
Quer um ponto a mais? Peça extra pelo WhatsApp — chega com a mesma arte, e entra no mês seguinte.
Sem fidelidade. Cancelou, devolve as peças e acabou — não há multa nem taxa de adesão.
Trocar uma peça danificada é pelo mesmo WhatsApp. A primeira reposição não custa nada.
Exemplo com dados fictícios. O painel abre com login próprio, e cada negócio só enxerga o que é dele.
Nada de tela: o que o seu cliente vê é um objeto físico, com o seu nome. Estas são as artes reais que vão para a gráfica — mesmas medidas, mesmas cores.
A peça é sua, não nossa. Cada arte tem uma área reservada ao seu logotipo, cotada em milímetros. Quem está no seu balcão vê o nome do seu negócio; a Tépi assina só com o ícone, pequeno. Foi decisão de projeto, não sobra de espaço.
peças, e só. Não existe uma quarta: o que a ficha da gráfica especifica é o que chega na sua loja.
Do tamanho de um cartão de crédito, com o chip laminado dentro. Fica ao lado da maquininha, onde o cliente já está com o celular na mão. O verso explica o passo a passo e reserva espaço para o seu horário.
Em todos os planosPVC de 2 mm encaixado numa base acrílica dobrada, inclinada em 15°. A faixa vermelha não é enfeite: ela fica a no máximo 40 mm da mesa, dentro do alcance de leitura do chip — e é o único lugar onde o vermelho aparece.
Do Pro em dianteCola direto no tampo, na vitrine ou na porta da geladeira. É a única peça sem logotipo — nem o seu, nem o nosso: o ícone entra só como textura, a 20% de opacidade, sangrando no canto. A 8 cm, a função é dizer “encoste aqui”, e qualquer logo ali só disputa espaço com isso.
Para salão e restauranteBalcão de barbearia precisa de um cartão. Restaurante de 20 mesas precisa de 20 pontos. Você paga pelo tamanho do seu salão.
Uma avaliação nova por semana já paga o mês. E o material é emprestado junto — sem taxa pra começar.
| Plano | Peças | Por mês |
|---|---|---|
| StartBarbearia, banca, quiosque | 1 cartão de balcão | R$ 29 |
| Pro recomendadoPadaria, farmácia, pet shop | 2 cartões + 1 plaquinha | R$ 59 |
| SalãoSalão, clínica, oficina | 2 cartões + 6 plaquinhas | R$ 99 |
| MesaRestaurante, bar, café | 2 cartões + 20 plaquinhas | R$ 189 |
Não gostou, devolve as peças e cancela. Sem multa e sem pergunta. (Nos planos Salão e Mesa, o prazo é o legal de 7 dias, com visita de instalação acompanhada.)
Estamos começando pela Zona Leste de São Paulo. Os 10 primeiros entram com acompanhamento direto e preço travado.
As mesmas que você provavelmente está fazendo agora.
Funciona mesmo assim. Todo cartão vai com QR code impresso atrás — se o celular não tiver NFC ou for mais antigo, é só apontar a câmera. Ninguém precisa instalar nada, nem no seu celular nem no do cliente.
Não. O cartão chega pronto e já apontando pro seu perfil, com seu logo. Você tira da embalagem e deixa no balcão. Se quiser, a gente configura junto em 10 minutos, por WhatsApp ou pessoalmente.
Pode, sem multa e sem fidelidade. O cartão é emprestado junto com o plano — se cancelar, é só devolver. Não tem taxa de adesão nem cobrança de instalação.
Melhor pra quem atende gente no balcão ou na mesa: padaria, restaurante, salão, barbearia, clínica, oficina, pet shop, academia. A regra é simples — se o cliente passa alguns minutos aí dentro e sai satisfeito, o cartão funciona.
Depende do seu movimento e de quantas pessoas você convida a usar o cartão — por isso não prometemos número. O que muda de verdade é a fricção: sai de “lembrar em casa, abrir o app, achar o perfil” para encostar o celular. Nos primeiros clientes vamos medir isso junto, com o antes e depois do seu perfil.
Dúvida sobre contrato, troca de plano ou reposição de peça? Está na página de planos →
Abre a demonstração e faz o caminho que o seu cliente faria — inclusive o de quem não gostou.